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terça-feira, 17 de abril de 2012

BYOD: A 2S tem a solução para sua empresa tornar isso possível!


Um dos principais desafios dos Diretores e Gerentes de TI nos últimos meses tem sido a proliferação de dispositivos móveis entre os usuários e a utilização cada vez maior dos recursos de rede.

Todos já sabem que esse é um movimento inevitável que tem ocorrido em todas as empresas do mundo e, também, sabem que a melhor maneira de tratar a questão não é proibindo a utilização dos dispositivos, pelo contrário.

Sendo assim, como é possível tratar essa situação? Como aceitar centenas de novos dispositivos que não podem ser administrados?

A resposta é: controle.

Os usuários podem usar seus notebooks, tablets e smartphones sem problemas, desde que o acesso seja controlado de uma maneira inteligente.

E não entendam controle como milhares de regras aplicadas em firewalls, filtros de endereçamento IP, listas de páginas que podem ser acessadas, listas de dispositivos permitidos, etc. Com centenas de novos dispositivos podendo acessar a rede, essa maneira de fazer controle se tornou, definitivamente, defasada e improdutiva.

Fazer controle nos dias de hoje é permitir que o conteúdo liberado à determinado usuário seja sempre o mesmo, esteja ele utilizando seu notebook corporativo, seu iPad ou seu MacbookAir.

No momento onde todas as empresas ampliam seus investimentos em publicidade utilizando redes sociais, não seria uma contradição bloquear os acessos ao Facebook e ao Twitter, só por causa de aplicações como o Farmville ou o Twitpic?

Hoje que as ferramentas de colaboração, como o Cisco Webex e o Microsoft Lync, são cada vez mais utilizadas para aumentar a produtividade nas empresas, faz sentido bloquear a utilização junto a usuários externos, clientes e fornecedores, temendo que informações confidenciais sejam compartilhadas?

O ambiente corporativo mudou. Hoje vemos as empresas eliminando divisórias, criando áreas de convivência, desfazendo as antigas barreiras departamentais. Cada vez mais falamos de qualidade de vida, otimização de tempo e técnicas de motivacão, criando conceitos totalmente ligados ao século 21, como o home office e o teleworker. Diante desse cenário, faz sentido identificar um usuário por seu endereço IP ou pela porta de switch à qual ele se conecta?

Está claro que as políticas de acesso devem ser baseadas em identidades, nos usuários, e que o que pode ou não ser acessado são as aplicações.

Pensando nisso, a 2S desenvolveu uma solução completa, integrando o melhor das tecnologias de seus parceiros,  para permitir que o BYOD (Bring your own device) possa ocorrer com total qualidade, segurança e confiabilidade. Além disso, permite a utilização de aplicações que antes estavam totalmente ligadas ao escritório, como videoconferências.

A infraestrutura da LAN é formada por switches, controladoras e access-points da Cisco (www.cisco.com). O controle de borda é realizada pelo Cisco ISE (Identity Services Engine). Ele trata da autenticação, profiling (reconhecimento do device) e aplica as regras que dizem quando, de onde e o que o usuário pode acessar na rede.

Depois da autenticação, a liberação das aplicações web pode ser realizada pelos Next Generation Firewalls disponíveis no mercado. Nesse quesito, destaque novamente para a Cisco, que aposta na família ASA 5500-X para retornar à vanguarda de segurança, principalmente no ASA5585-X equipado com o CX Security Services Processor, e para a Palo Alto Networks (www.paloaltonetworks.com), que está desembarcando no Brasil e colhe os frutos de despontar como líder no quadrante mágico do Gartner para Firewalls.

O usuário devidamente identificado e com os acessos liberados, pode usufruir de uma nova geração de aplicações corporativas, criadas com foco nos usuários móveis.

Nas aplicações, destaque para a Vidyo (www.vidyo.com), que também está desembarcando no Brasil e traz o conceito de telepresença pessoal. A Vidyo utiliza apenas software para prover videoconferências multiponto com qualidade HD, seja utilizando codecs de videoconferência, notebooks, tablets ou smartphones.

A Microsoft (www.microsoft.com) nos brinda com o Lync, que é o client de colaboração desenvolvindo pela companhia e já estabelecido no mercado. Utilizando PCs e notebooks, é possível ter instant messaging, voz, conferências e vídeo ponto-a-ponto e multiponto (integrando com players de VC como Cisco e Vidyo) para todos os usuários. A versão para smartphones e tablets atualmente só não suporta vídeo.

A Cisco traz uma nova versão de client para suas ferramentas de colaboração. O Cisco Jabber será o único client para Windows, Mac, Android e iOS, tendo a mesma interface em todas as plataformas. O roadmap da empresa aponta o meio do ano de 2012 como o marco para a consolidação da ferramenta.

A Cisco também nos apresenta a nova versão do já consagrado Webex. Disponível em todos os dispositivos, tem como principal novidade o suporte de vídeo em alta definição.

Se você também tem o desafio de levar o BYOD à sua companhia, entre em contato com a 2S e permita que nós transformemos os seus negócios de sua empresa com o uso de tecnologia.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

OFF: A geração Y e seu valor para o mercado de TI

Pessoal,


Acompanhei nessa semana uma reportagem (não me recordo em qual emissora e programa) (no Jornal da Globo - http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2010/11/empresas-encontram-desafios-para-manter-talentos-da-geracao-y.html) sobre o perfil dos jovens profissionais, chamados de geração Y. Como tenho 24 anos, faço parte da geração Y e, claro, identifiquei-me muito com o que foi abordado pelos jornalistas.

Para nós que trabalhamos no mercado de TI, cada vez mais aquecido e com novas demandas, é ainda mais notável e aplicável o "jeitão" dos profissionais nascidos na década de 80.

Nossa geração vê com muito mais naturalidade a troca constante de empregador. Basta que alguns compromissos ou expectativas não sejam cumpridos para termos o "CV" atualizado e distribuído pelas redes de contato.

Ontem escrevi um texto aleatório sobre o aumento pela demanda de profissionais qualificados na área de TI, basicamente apontando o quão importante é o investimento em treinamentos e certificações.

Hoje li um texto muito bacana no G1, apontando as 10 áreas onde mais faltam profissionais (http://g1.globo.com/concursos-e-emprego/noticia/2010/11/veja-dez-areas-em-que-faltam-profissionais-segundo-recrutadores.html). Claro que a área de TI está lá!!

Eu acredito que a demanda por treinamentos altamente especializados, como preparatórios para o CCIE, por exemplo, tende a crescer muito no Brasil nos próximos anos. A extrema valorização dos profissionais atuais e a constante "queda de braço" entre as empresas para contratá-los, deixa claro que o mercado precisa de novos talentos.

Ainda são poucos os casos de jovens totalmente autodidatas, logo centros de treinamento especializados têm totais condições de aumentar receitas com o aumento da quantidade (e da qualidade, lógico) dos cursos oferecidos.

As empregadoras precisam investir ainda mais para manter seus profissionais atualizados e, consequentemente, motivados.

Os profissionais, por outro lado, não podem deixar que suas atualizações dependam somente do empregador. Na nossa área o investimento em educação não é opcional, é obrigatório. Todo profissional de TI precisa investir para aprender novas tecnologias, adquirir novos certificados, ganhar fluência em outro idioma, fazer novos contatos.

Afinal, se o empregador atual não der o valor a alguma especialização que você julgue importante, outro dará. Esse é o raciocínio da geração Y!!

Aos empresários, fica a dica de um nicho a ser explorado. Aos profissionais mais experientes fica a pergunta: que tal se tornarem "professores" da nova geração de profissionais?

Abraços!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Cisco and Microsoft Collaboration in Unified Communications

Pessoal,

Depois que a Microsoft entrou no mundo de UC, alguns profissionais que trabalham com Cisco simplesmente ficaram "paranóicos".

Debatem como se fosse um assunto de vida ou morte a superioridade de um produto sobre o outro. Julgam um sacrilégio compararem o OCS a um IP Phone.

Cada profissional tem suas preferências e trabalhar em uma integradora mista me ajuda a analisar as soluções com mais imparcialidade.

Por exemplo: sem dúvidas o Communications Manager é mais completo e muito mais "PABX" que o OCS. Por outro lado, é praticamente impossível posicionar o Unity em um cliente que já tenha ambiente Exchange 2007 (ainda mais com MWI no 2010).

Discussões e opiniões a parte, o importante é saber que, como fabricantes inteligentes, Cisco e Microsoft sempre buscam permitir integração total entre seus produtos, mesmo que em algum momento estes sejam concorrentes diretos. Independente da escolha dos gerentes de TI, a solução deve sempre ser agradável e de fácil uso para o usuário final.

O link abaixo mostra a integração dos principais produtos de UC das duas fabricantes:


http://www.cisco.com/en/US/prod/collateral/voicesw/ps6788/vcallcon/ps556/prod_white_paper0900aecd805e9000_ps6837_Products_White_Paper.html

Hoje em dia, mais importante que vender Cisco ou Microsoft é oferecer a melhor solução aos nossos clientes. Por que esta solução não pode incluir ambas?

Abraços!!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Vale a pena investir em certificações complementares?

Pessoal,

Em uma lista de discussões que participo chegou a seguinte pergunta, resumindo:

Sabemos que as certificações em TI de fato são importantes e fazem a diferença. Porém, qual o real valor de se ter uma segunda certificação, sendo esta, no mesmo nível?

Isto é, se você é CCNP, por que fazer um CCIP?

Se você é CCIE, por que fazer outro CCIE?



Eis minha resposta:

Pessoal,

Acho que o termo correto não chega nem a ser certificações secundárias, mas sim complementares.

Quando alguém vem me perguntar qual o melhor caminho para seguir nas certificações da Cisco, sou inflexível quando cito as duas primeiras etapas: CCNA e CCNP.

Isso, acredito que todos vão concordar, é a base de tudo. Nenhum profissional pode ser especialista em Unified Communications ou Segurança, por exemplo, se não tem conhecimentos sólidos em Routing & Switching. Como mapear um ataque ou um problema de one-way audio numa rede incluindo WAN se o profissional não sabe trabalhar com OSPF, por exemplo?

No nível Professional, não tenho dúvidas que duas certificações é o ideal: CCNP mais a tecnologia que agrade o profissional (CCDP, CCVP, CCIP, CCSP).

Quanto ao nível Expert, creio que estamos chegando à mesma equação. Sinceramente, discordo que ter 1 ou 2 CCIEs é a mesma coisa. Um profissional com Double CCIE (ou mais) é mais bem pago, sem dúvidas, além de ter um prestígio maior. Para a empresa realmente não agrega muito, pois ele continua contando apenas como um Profissional Expert, porém para o Currículo vale muito mais e o retorno é muito rápido. Em 3 meses é possível reaver o investimento com passagens internacionais, hotel e a prova em si, além de integradoras de médio porte se "estapearem" pelo profissional.

Resumindo, vale a pena um profissional ter conhecimentos sólidos em Routing & Switching (CCNP e CCIE R&S) e ser especialista em alguma tecnologia como segurança, UC, Wireless, Datacenter, etc.

Abraços!